Com açúcar e com afeto

Quando se vê ja se passou um ano. Neste caso,Me refiro ao nascimentodo meu neto mais novo que esta com 11 meses. Lembro que ainda na maternidade, meu filho o colocou em meu colo e eu imaginei queem breve poderia repetir este gesto. Agora passados 11 meses continuo desejando pega-lo do chão e traze-lo para perto do meu corpo. Quero também sentar com os dois no chão e poder brincar como fazia com os meus filhos. Quero levar tito (o mais velho) para o colégio, para o cinema. Quero ficar responsável pelos dois enquanto os pais saem.
Nao que eu deseje ser uma avo baba, mas desejo sim matar a saudade dos deliciosos tempos em que exerci a maternidade plenamente.
Nao pensem que quero dar a este post um tom de revolta. Apesar de tudo sou otimista e sei que vai chegar a hora certa para eu poder rolar no chão com os dois.. No momento, prefiro pensar que estou há um ano em algum pais muito distante, mas em breve volto, cheia de novidades e presentes.

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6 opiniões sobre “Com açúcar e com afeto

  1. Me emocionei Vânia! Vai sim guerreira, vc vai deitar e rolar com seus netos. É só uma questão de tempo! Por falar em tempo, que não pára, assistimos no Rio, eu e Josy, o musical de CAZUZA. O ator que o interpreta, dança e canta no palco, com certeza recebe o espirito do CAZUZA! Vinte e três anos após a morte dele, vi e ouvi, novamente CAZUZA, cantando ” o tempo não pára…” Um cheiro!

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