Adubando o desejo

Tempo de sonhar, adubar o desejo, para realizar.
O lançamento recente de um livro que tambem fala da minha trajetória profissional, me fez parar para pensar sobre os acontecimentos felizes da minha vida. Como profissional me realizei e sou reconhecida pelo meu trabalho. no quesito momentos do passado, só boas lembranças que me inudam e me fazem viajar no túnel
Do tempo

Em relacao,a minha trajetória pessoal e profissional,nada a reclamar: um casamento feliz enquanto durou, um trabalho prazeiroso, filhos adoráveis, amigos companheiros.
o AVC, foi um freio de arrumação na minha vida. e a “poliana” aqui, começou a ver a vida por outro prisma. momento de reunir forcas, se descobrir forte e seguir em frente. eE claro que pra mim, a vida continua à despeito do acidente vascular.Chega de nostalgia, o tempo é agora, 2015 bate à porta. e embora eu esteja “ralando” na psicanálise e buscado na reflexão, viver o aqui e agora, entendendo que o “meu tempo” não é o que passou e sim o que estou vivenciado agora, mas a adequação é difícil e como ja falei varias vezes aqui, estou travando uma batalha para me adequar ao novo momento,com mobilidade reduzida e portanto menos autonomia , o que tambem Me afasta do meu fazer profissional, que tanto amo.
E em meio a tantas promessas para o novo ano, eu prometo a mim mesma que em 2015 serei guiada pela auto confiança e resiliência. Com pretensao de resgatar a minha autonomia.
Tenho fe em Deus e na minha determinação.

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4 opiniões sobre “Adubando o desejo

  1. Querida Vânia, cada dia admiro mais sua fibra, força e desenvoltura perante a vida e seus acontecimentos. Cada vez mais tenho a certeza de que tens uma missão nessa vida. Que sua AVC não foi em vão. Que muitas coisas aprendestes e tens a ensinar com sua experiência de vida. Quero desejar-lhe um feliz natal e um 2015 de muita paz, fé, esperança e sonhos a realizarem-se. Que Deus continue a te abençoar em todos os sentidos. Forte abraço.

  2. Vânia,
    Há um tempo para tudo nessa vida: o de semear e o de colher. Às vezes semeamos risos e colhemos lágrimas; outras semeamos tomates e colhemos pepinos. Nem sempre entendemos o que colhemos. Uma coisa eu já aprendi…tudo tem um propósito, mesmo quando não entendemos o significado e a extensão. Resistir e sofrer só nos distância do entendimento e da aceitação.
    Desejo a você muita luz, alegria e saúde nesse ano novo!
    Beijos grandes,
    Ana Cláudia Matos

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