Entre risos e lembranças

Inicio este post, citando o inesquecível “poetinhaVinicius de Morais :
“A vida é a arte do encontro, embora haja tantos desencontros pela vida”.
Eu ,na verdade andei me desencontrando comigo em algumas ocasiões.o episódio do AVC, por exemplo, revelou-se como uma armadilha que me fez mudar de rota. Grande desencontro.
Agora aos 58 anos, posso falar com propriedade, dos caminhos, das veredas, das armadilhas.
No momento, desejo falar de caminhos que se cruzam e nos transportam por trilhas com perfume de jasmim e com sabor de frutas do quintal.
Nesta sexta feira, tive a oportunidade de reencontrar com amigas do colégio, com quem vivenciei anos de muita alegria, traquinagens, ate cruzarmos a fronteira da adolescência.
O encontro, foi marcado por uma energia contagiante ,que nos transportou para o tempo das brincadeiras. Parecíamos adolescentes.Rimos bastante e revivemos (sem melancolia), os tempos em que tudo parecia uma brincadeira de roda.
Nos abraçamos ate trocamos receitas de beleza, fotos de filhos e netos.As fotos pipocaram. O fato é que a vida pulsa dentro de nós e apesar de tanto tempo de afastamento, nos entrosamos, como se o ultimo encontro tivesse acontecido recentemente.
Querer e se saber querido, nutre a alma e nos da a prova de que o caminhar pode ser leve.
Estou me sentindo alimentada.

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